Contraf-CUT e sindicatos retomam negociação com o BNB

A reunião tem como principal objetivo buscar o fechamento do Acordo de Ponto Eletrônico

Escrito por: Contraf-CUT • Publicado em: 31/10/2017 - 12:30 Escrito por: Contraf-CUT Publicado em: 31/10/2017 - 12:30

Na quarta-feira (1º/11) ocorrerá mais uma mesa de negociação entre a Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e a diretoria administrativa do Banco do Nordeste do Brasil S.A. (BNB). A reunião tem como principal objetivo buscar o fechamento do Acordo de Ponto Eletrônico para o período 2017/2018, uma vez que a vigência do atual contrato expira em 29 de novembro deste ano.

Com o objetivo de analisar as sugestões encaminhadas aos sindicatos pelo funcionalismo sobre o assunto, o grupo de trabalho do Ponto Eletrônico, formado por representantes dos trabalhadores e do banco, esteve reunido dia 26 de outubro e construiu alguns consensos visando a melhoria e ajustes no controle da jornada e operacionalização do sistema.

“Com a nova lei trabalhista passando a vigorar a partir de 11 de novembro próximo, é possível que algumas demandas do funcionário até então obstadas por lei possam vir a ser atendidas, mas mesmo assim com ressalvas à saúde e aos direitos dos trabalhadores”, explicou Tomaz de Aquino, Coordenador da Comissão Nacional dos Funcionários do BNB (CNFBNB) e diretor do Seeb/CE.

Defesa do BNB
A defesa do Banco do Nordeste do Brasil enquanto banco de desenvolvimento indispensável à economia regional também estará em pauta na mesa de negociação. Esse tema remete a diversos outros que estão anunciados ou em curso no BNB.

A redução do emprego pela diminuição da dotação autorizada de funcionários e o fechamento de unidades operadoras com a extinção de funções comissionadas, possíveis transferências e até demissões preocupam os sindicatos dos bancários que compõem a Comissão Nacional dos Funcionários do BNB.

“Na reunião cobraremos da direção do banco posicionamentos mais claros sobre o novo modelo de agências e suas repercussões na vida funcional e nas ações institucionais de responsabilidade do BNB”, afirmou Tomaz de Aquino.

Fonte: Contraf-CUT

Título: Contraf-CUT e sindicatos retomam negociação com o BNB, Conteúdo: Na quarta-feira (1º/11) ocorrerá mais uma mesa de negociação entre a Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e a diretoria administrativa do Banco do Nordeste do Brasil S.A. (BNB). A reunião tem como principal objetivo buscar o fechamento do Acordo de Ponto Eletrônico para o período 2017/2018, uma vez que a vigência do atual contrato expira em 29 de novembro deste ano. Com o objetivo de analisar as sugestões encaminhadas aos sindicatos pelo funcionalismo sobre o assunto, o grupo de trabalho do Ponto Eletrônico, formado por representantes dos trabalhadores e do banco, esteve reunido dia 26 de outubro e construiu alguns consensos visando a melhoria e ajustes no controle da jornada e operacionalização do sistema. “Com a nova lei trabalhista passando a vigorar a partir de 11 de novembro próximo, é possível que algumas demandas do funcionário até então obstadas por lei possam vir a ser atendidas, mas mesmo assim com ressalvas à saúde e aos direitos dos trabalhadores”, explicou Tomaz de Aquino, Coordenador da Comissão Nacional dos Funcionários do BNB (CNFBNB) e diretor do Seeb/CE. Defesa do BNB A defesa do Banco do Nordeste do Brasil enquanto banco de desenvolvimento indispensável à economia regional também estará em pauta na mesa de negociação. Esse tema remete a diversos outros que estão anunciados ou em curso no BNB. A redução do emprego pela diminuição da dotação autorizada de funcionários e o fechamento de unidades operadoras com a extinção de funções comissionadas, possíveis transferências e até demissões preocupam os sindicatos dos bancários que compõem a Comissão Nacional dos Funcionários do BNB. “Na reunião cobraremos da direção do banco posicionamentos mais claros sobre o novo modelo de agências e suas repercussões na vida funcional e nas ações institucionais de responsabilidade do BNB”, afirmou Tomaz de Aquino. Fonte: Contraf-CUT



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