Centrais sindicais anunciam uma nova Greve Geral

Durante a assembleia, os trabalhadores votaram contra as reformas  trabalhista e da Previdência, propostas por Michel Temer.

Escrito por: Assessoria de Imprensa da CUT • Publicado em: 13/11/2017 - 11:26 • Última modificação: 13/11/2017 - 11:49 Escrito por: Assessoria de Imprensa da CUT Publicado em: 13/11/2017 - 11:26 Última modificação: 13/11/2017 - 11:49

CUT-PE

A CUT, Centrais sindicais e movimentos sociaios vão parar o país em uma nova greve geral. Esse foi o recado dado pelo presidente da CUT Pernambuco, Carlos Veras, durante a assembleia geral da classe trabalhadora realizada nessa sexta, 10, no Recife. A concentração foi na  praça da Democracia do Derby por volta das 10h, de onde cerca de 5 mil manifestantes saíram em caminhada pela Av. Agamenon Magalhães até a sede da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE) de Pernambuco, no Espinheiro. Durante a assembleia, os trabalhadores votaram contra as reformas  trabalhista e da Previdência, propostas por Michel Temer.

Ao longo da caminhada, sob um sol de 30 graus, os manifestantes exibiram faixas, cartazes, com os dizeres “Reaja agora ou morra trabalhando”. O grupo também carregou um caixão preto para simbolizar a reforma da Previdência, denominada por eles como “PEC da Morte”. Outro preferiu levar um cruz denunciando os ataques aos direitos trabalhistas do governo de Michel Temer.

“Precisamos esclarecer a população, porque a reforma trabalhista não é esse mar de rosas que estão tentando mostrar. Ela só beneficia os patrões, não há nenhum benefício aos trabalhadores. Não vamos aceitar que tirem esses direitos desta forma tão brusca como estão fazendo”, assinalou presidente da CUT, Carlos Veras

Segundo ele, assinar a negociação livre entre trabalhador e patrão é praticamente assinar um atestado de óbito. É nas ruas e na luta que damos privilégio a negociação coletiva. “Precisamos resistir. Os trabalhadores devem procurar os sindicatos para buscar informações.  Vamos preparar uma grande Greve Geral contra esse desmonte do Estado brasileiro”, afirmou.

No ato público em frente a SRTE, reforçou a importância da mobilização da classe trabalhadora e dos servidores públicos municipais, estaduais e federais que estiveram na mobilizaço. Impedidos pela Polícia Militar de entrar no órgão federal, os manifestantes ocuparam as escadarias do órgão. Nesse momento, o ato foi encerrado, com todos gritando as palavras de ordem: “trabalhador na rua, a luta continua” e “Fora Temer!”.

As centrais sindicais também anunciaram durante Dia Nacional de Paralisações que serão realizadas atividades permanentemente visando à construção da próxima greve geral.

 

Título: Centrais sindicais anunciam uma nova Greve Geral, Conteúdo: A CUT, Centrais sindicais e movimentos sociaios vão parar o país em uma nova greve geral. Esse foi o recado dado pelo presidente da CUT Pernambuco, Carlos Veras, durante a assembleia geral da classe trabalhadora realizada nessa sexta, 10, no Recife. A concentração foi na  praça da Democracia do Derby por volta das 10h, de onde cerca de 5 mil manifestantes saíram em caminhada pela Av. Agamenon Magalhães até a sede da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE) de Pernambuco, no Espinheiro. Durante a assembleia, os trabalhadores votaram contra as reformas  trabalhista e da Previdência, propostas por Michel Temer. Ao longo da caminhada, sob um sol de 30 graus, os manifestantes exibiram faixas, cartazes, com os dizeres “Reaja agora ou morra trabalhando”. O grupo também carregou um caixão preto para simbolizar a reforma da Previdência, denominada por eles como “PEC da Morte”. Outro preferiu levar um cruz denunciando os ataques aos direitos trabalhistas do governo de Michel Temer. “Precisamos esclarecer a população, porque a reforma trabalhista não é esse mar de rosas que estão tentando mostrar. Ela só beneficia os patrões, não há nenhum benefício aos trabalhadores. Não vamos aceitar que tirem esses direitos desta forma tão brusca como estão fazendo”, assinalou presidente da CUT, Carlos Veras Segundo ele, assinar a negociação livre entre trabalhador e patrão é praticamente assinar um atestado de óbito. É nas ruas e na luta que damos privilégio a negociação coletiva. “Precisamos resistir. Os trabalhadores devem procurar os sindicatos para buscar informações.  Vamos preparar uma grande Greve Geral contra esse desmonte do Estado brasileiro”, afirmou. No ato público em frente a SRTE, reforçou a importância da mobilização da classe trabalhadora e dos servidores públicos municipais, estaduais e federais que estiveram na mobilizaço. Impedidos pela Polícia Militar de entrar no órgão federal, os manifestantes ocuparam as escadarias do órgão. Nesse momento, o ato foi encerrado, com todos gritando as palavras de ordem: “trabalhador na rua, a luta continua” e “Fora Temer!”. As centrais sindicais também anunciaram durante Dia Nacional de Paralisações que serão realizadas atividades permanentemente visando à construção da próxima greve geral.  



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